Watch: Drone video shows water rescue after small plane crashes off North Carolina coast

Similar Posts

  • |

    Wyle Veteran Named New President of the Company’s Lexington Park, Md.-Based Aerospace Group

    EL SEGUNDO, Calif., Jan. 7, 2011 — A longtime Wyle veteran has been named president of the company’s Lexington Park, Maryland-based Aerospace Group. Peter Green replaces Brent Bennitt, who has been promoted to the position of executive vice president in the company’s corporate offices.

    Green has spent the last 25 years with Wyle and its heritage companies as a systems engineer, program manager, chief pilot, and, for the last six years, as the Aerospace Group’s vice president for business development and strategic planning. Most notably, he played a key role in expanding Wyle’s presence in the DoD services market.

    He is a 1977 graduate of the U.S. Naval Academy, and served as a P-3 pilot and test pilot. He left active duty and joined the U.S. Naval Reserve in 1985, retiring in 2001. Green completed his graduate studies at the University of Southern California and the executive management program of the Darden School of Business at the University of Virginia.

    Wyle’s Aerospace Group provides a wide range of capabilities and services to the Department of Defense, including program office support; systems engineering; systems integration and analysis; cost analysis; life cycle management; sustainment engineering; pilot and aircrew services; test and evaluation support; and information operations.

    “Under Brent Bennitt’s leadership, the Wyle Aerospace Group has doubled in revenue over the last five years,” said George Melton, Wyle CEO and president. “Based on that outstanding record, Brent will focus on a broad portfolio of initiatives to accelerate Wyle’s growth and customer outreach. He will oversee Wyle’s multi-business unit pursuits and lead Wyle’s company-wide efforts in exploiting indefinite-delivery, indefinite-quantity (IDIQ) contact vehicles.”

    Bennitt joined Wyle in January 2005 and served as group president of the Aerospace Group which was formed as a result of the acquisition of General Dynamic’s Aeronautics business, formerly a sector within the Veridian Corporation. He joined Veridian as vice president of the Lexington Park, Maryland-based Naval Aviation Programs Group in 1998, and was named president of Veridian Engineering’s newly formed Aeronautics Sector in 2000.

    “My tenure as a group president, through our Veridian, General Dynamics and Wyle phases, has been a tremendously fulfilling experience for me,” said Bennitt. “It has been my honor to watch the Aerospace Group build itself into an organization with a culture, commitment, capability and business ethic that we can all be proud of.”

    Prior to joining Veridian, Bennitt served as a U.S. Navy vice admiral and had served as the commander, Naval Air Force, U.S. Pacific Fleet from January 1996 until his retirement in 1998. He commanded the nuclear powered aircraft carrier USS Nimitz from 1987 to 1989. Bennitt graduated from the Naval Academy in 1964 and has flown more than 4,000 hours in more than 50 different aircraft types and models.

    Wyle, a privately held company, is a leading provider of high tech aerospace engineering and information technology services to the federal government on long-term support contracts. The company also provides test and evaluation of aircraft, weapon systems, networks, and other government assets; and other engineering services to the aerospace, defense, and nuclear power industries.

    To include the featured image in your Twitter Card, please tap or click their icon a second time.
  • |

    Famílias acionarão Airbus nos EUA

    Famílias acionarão Airbus nos EUA

    Consultor americano que atuou no caso da TAM afirma que “projeto do jato é defeituoso”

    Marcelo Ambrosio

    Ainda que as causas do acidente com o A330 da Air France jamais venham ser realmente conhecidas, para as famílias das vítimas os caminhos para minorar a dor das perdas que sofreram estão abertos. Isso porque para o direito, em qualquer país, não há distinção sobre o motivo do desastre quando o que conta realmente é a morte de quem era transportado. Um dos maiores estrategistas do mundo nesse tipo de processo judicial esteve ontem no Rio para discutir com parentes de vítimas do voo AF447 e deixou claro esse recado: não importam as causas, o fabricante tem o ônus. O mexicano George Hatcher integra a equipe de um escritório de advocacia (Masry & Vittoe), cuja expertise mundial é a de arrancar de empresas de transporte somas altíssimas, a maioria das vezes, em acordos judiciais, como indenização por danos morais.

    Hatcher costuma fazer extensas investigações particulares antes de se decidir por recomendar que o escritório atue nesse ou naquele incidente. No caso do desastre do Atlântico, cujo montante de pagamentos pode alcançar o valor recorde de US$ 700 milhões de dólares, o veredito já foi dado.

    – Vamos processar a Airbus. Tenho uma lista de 700 pilotos com os quais costumo discutir. Dois deles são comandantes da ativa do A330 e, embora não se conheçam, disseram a mesma coisa: foram os computadores defeituosos os responsáveis pela perda da aeronave. O Airbus, na avaliação deles, é um projeto defeituoso – definiu o consultor, cuja atuação junto às famílias de vítimas do acidente com o Airbus da TAM em Congonhas o levou a um processo em fase adiantada em uma corte da Flórida, nos EUA. São 77 famílias representadas pelo escritório e uma vitória já alcançada, que foi o acordo com a companhia aérea.

    O que define o caso é o fato de que algo falhou e que o passageiro nada podia fazer para alterar esse quadro. As companhias tem noção disso e tentam jogar com o tempo e com a possibilidade do menor dispêndio de dinheiro possível. A escolha dos tribunais americanos, especialmente na Flórida, segue a lógica da possibilidade de sucesso.

    O consultor garante que lá, em casos como o do AF447 ou do A320 da TAM, decisões são mais céleres e rígidas. A idéia de ingressar com uma ação na França não está descartada, mas os EUA seguem como a 1ª opção. A justiça brasileira é séria, na avaliação do especialista, mas demorada. A remuneração do escritório segue as mesmas regras das demandas trabalhistas, com o cliente arcando com custos após a sentença. Os advogados ficam com 30%.

    – As cortes da Flórida são rigorosas, tem uma simpatia pelo drama das famílias e não perdem tempo. Os acordos nos EUA são os mais altos no por isso. No caso do acidente de Congonhas são processos que somam US$ 100 millhões e a audiência na corte já está marcada, para março de 2010. Fizemos um acordo parcial com a TAM, mas há outros réus, como a BFGoodrich, responsável pelos freios, e a Pratt&Whitney, fabricante das turbinas, uma das quais estava com o reverso quebrado.

    A ação relativa ao caso da Air France deve ser aberta também na Flórida, onde há um centro de treinamento do consórcio europeu e um escritório comercial.

    – Incluiremos também a Honeywell, que fabricou os computadores e os produtore dos softwares. Desde 2001 há alertas sobre essa questão nos aviões e nada mudou. Foram feitos 5.200 jatos pela Airbus até hoje e eles já tiraram 2.600 vidas, 600 em três desastres – acrescenta.

    O mais complicado é calcular o valor de cada indenização, valor que leva em conta fatores, como idade, expectativa de vida ativa, etc.

    – Para a Justiça americana, não há limite para esse valor – completa Hatcher, que conhece todos os representantes nos 77 processos relativos à TAM. – Conversei muito com todos eles esse tempo.

    Terça-feira, 21 de Julho de 2009 – 00:00

    To include the featured image in your Twitter Card, please tap or click their icon a second time.